Por nascerem em décadas diferentes, os comportamentos das Gerações X, Y e Z variam. Acompanhar as mudanças pode ser um diferencial mercadológico.

Você provavelmente já ouviu estereótipos como “A Geração X e Y são os preguiçosos e entediados” e “a Geração Z são os amantes da internet e da natureza”. Mas, como são feitas essas divisões geracionais? E qual a importância de dividi-las?

            Mais do que apenas render piadas, classificar os indivíduos por gerações ajuda a compreender o mercado de trabalho o qual estão inseridos e o público que consome. Conhecer as características geracionais é uma ótima forma de se destacar no comércio.

            Não à toa, os grupos geracionais permitem que os pesquisadores e profissionais de marketing usem estratégias direcionadas ao criarem marcas e produtos. Michael Dimock, presidente do instituto de pesquisa Pew Research Center, em artigo que analisa novas formas de definir gerações, afirma que “os cortes geracionais fornecem aos pesquisadores uma ferramenta para analisar as mudanças nas visualizações ao longo do tempo.”

COMO É FEITA A DIVISÃO E QUAIS AS CARACTERÍSTICAS DE COMPORTAMENTO?

         A divisão é feita como uma maneira de classificar os diferentes comportamentos, já que se entende que cada geração estava inserida em determinado contexto político, econômico e cultural. Confira as gerações:

  • Geração Baby Boomers: nascidos entre 1940 e 1960. Receberam esse nome porque são frutos da explosão populacional após o fim da Segunda Guerra Mundial. Quando jovens, esses indivíduos valorizavam muito o trabalho e queriam construir um patrimônio. Para essa geração, o tempo de experiência e a estabilidade são mais válidos do que a inovação e a criatividade. Para o mercado de consumo, é interessante perceber que essa geração detém a maior parte da riqueza mundial. São frequentemente vistos como chefes de empresas.
  •  Geração X: nascidos entre 1960 e 1980. Cresceram com a Guerra Fria e com a Ditadura Militar no Brasil. Portanto, o otimismo que trazem da geração passada não é o mesmo. É marcada pelo movimento hippie e a ascensão dos movimentos sociais. São individualistas, competitivos e possuem um alto poder de consumo.
  • Geração Y/Millennial: nascidos entre 1980 e 1995. Nasceram na “virada do milênio” e, por isso, recebem esse nome característico. Cresceram com a tecnologia, informática e globalização. O Brasil passava pela redemocratização e aprenderam a enxergar a mudança como um processo tranquilo. São ávidos pela inovação e encaram os desafios das transformações. Para eles, vale mais a ousadia e a paixão do que a experiência. Por conta de toda velocidade que presenciaram, são imediatistas. Os valores cultivados estão mais direcionados na experiência que vão garantir do que na aquisição material – ou seja, já não se importam tanto com o patrimônio.
  • Geração Z: nascidos entre 1997 a 2010. Esses indivíduos nasceram com o celular na mão, por isso, são chamados de “nativos digitais”. Por conta disso, não diferenciam o online do offline – estão conectados o tempo todo. São ágeis, multitarefas e capazes de absorver grande quantidade de informação. A Geração Z vai além e transforma as preocupações ambientais em ativismo. É seguro dizer que se recusam a passar a maior parte da vida desempenhando apenas uma função. Ao contrário, são inconformados.

AJA DE ACORDO COM AS GERAÇÕES

As diversas gerações comunicam-se e interagem por canais e conteúdos diferentes. Sendo assim, as empresas devem seguir pelo mesmo fluxo e caminho dependendo de qual Geração desejar atingir. Por exemplo, a Geração Y está acostumada com novas tecnologias. Se a empresa não estiver atualizada a esse ponto, não conseguirá conquistá-la.             Portanto, esteja apto a entender as gerações e os processos que as acompanham. É imprescindível conhecer para que a sua empresa ou relação interpessoal conquiste e lide com cada uma delas da melhor forma!

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